Escrever um e-mail eficaz em 4 passos

Escrever um e-mail interessante, implacavelmente claro e que capte a atenção do destinatário é uma missão difícil, mas possível! Convido-te a conheceres 4 passos que te permitirão escrever e-mails eficazes e que cumpram o teu objetivo comunicativo.

Passo 1 – Define o teu destinatário

Para quem vais escrever? Esta é a pergunta central à qual deves responder antes de começar. É em função de quem nos lê que escolhemos as formas de saudação e despedida adequadas, o registo linguístico apropriado, bem como as palavras certeiras e eficazes com vista a alcançarmos o nosso objetivo comunicativo. Porque escrevemos sempre com uma intenção, certo? Conhecer o nosso interlocutor é, portanto, o primeiro passo para escrevermos um eficaz.

Muitos e‑mails estão, logo à partida, condenados ao fracasso porque deixamos a tinta correr ao sabor da emoção (e da pressa…) e esquecemo-nos de um aspeto essencial: escrever para um colega não é o mesmo que escrever para um chefe, nem para alguém que não conhecemos.

Escrevemos para quem nos lê e é isso que temos de ter sempre em conta. Sempre.

Passo 2 – Escolhe a fórmula de saudação adequada

Se não conheces a pessoa para quem estás a escrever, então opta pela fórmula de saudação mais formal “Ex.mo Senhor”, associada ou não a um título académico ou honorífico.

Se escreveres para alguém que conheces, mas com quem não tens confiança nem intimidade, poderás usar as fórmulas “Prezado, Estimado ou Caro”. Se, pelo contrário, conheces bem a pessoa para quem escreves, poderás saudá‑la com um caloroso “Bom dia, como está?”. Não te esqueças de que, a seguir a qualquer fórmula de tratamento, é sempre delicado escrever o primeiro e o último(s) nome(s) da pessoa.

Quer se opte por um tratamento mais formal ou menos formal, é unânime que todos nós gostamos de ser tratados pelo nosso nome!

Passo 3 – Diz muito em poucas palavras

Um e‑mail eficaz é aquele que consegue captar a atenção do leitor logo no primeiro parágrafo. Portanto, nunca comeces o teu texto contando a história emblemática da tua empresa ou as conquistas dos anos anteriores, pois arriscas-te a ser ignorado. Toda a gente que recebe um e-mail quer ser informada sobre o teor do mesmo, logo no primeiro parágrafo, satisfazendo a curiosidade do “para quê?”. Portanto, vai direto ao assunto e deixa-te de suspense.

Outro conselho precioso: segue à risca a velha máxima “menos é mais”: poucas palavras, simples e reconhecidas por todos, frases curtas, voz ativa, texto curto e conciso. Conseguirás um maior impacto com o teu e‑mail se respeitares esta máxima, por isso, sê claro, breve e objetivo!

Passo 4 – Faz uma revisão atenta do e‑mail antes de o enviares

Podes até escrever o teu e‑mail a contrarrelógio, desculpando-te com a falta de tempo ou, pelo contrário, orgulhando-te das tuas competências de escrita; mas segue este conselho: não cedas à tentação de clicar na tecla “enviar” sem antes releres tudo com olho clínico. Uma revisão atenta do que escreveste tem um objetivo precioso: mostrar ao leitor que houve cuidado e esmero na composição do teu e-mail. Ele sentir-se-á honrado, acredita.

Um e‑mail sem gralhas, sem erros ortográficos, gramaticais, de pontuação e com uma imagem global impecável revela bons atributos sobre quem o escreveu e também sobre a instituição ou a empresa que representa.

Se queremos passar uma imagem altamente positiva ao nosso interlocutor, o nosso e‑mail deve espelhar um elevado padrão de excelência para conseguirmos os resultados que desejamos!

Vejamos um exemplo:

 

Cara Joana Torres Gualdino,

É com satisfação que vimos apresentar‑lhe um tratamento inovador de rejuvenescimento facial que estimula a produção de colagénio e elastina. Este tratamento combina ácido hialurónico com a mesoterapia não invasiva, associada a princípios ativos como vitaminas e proteínas marinhas.

Somos uma clínica de referência na área da beleza e bem‑estar e usamos as mais avançadas tecnologias a nível estético, que permitem retardar o envelhecimento precoce. Os nossos tratamentos de beleza diferenciam-se por integrarem profissionais de referência nas áreas da nutrição, cosmética e cirurgia estética, num ambiente tranquilo e com total privacidade.

Apresentamos a nossa inteira disponibilidade para quaisquer esclarecimentos e aguardamos com grande expectativa a sua visita.

Cordiais saudações,

Ana Barbosa

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Quizzes – Questinários online

Quizzes

Ferramentas para a construção de quizzes online

HOTPOTATOES

O software HotPotatoes® é uma ferramenta gratuita que permite construir seis aplicações interativas. Assim o programa é composto por seis módulos – cinco de criação e um de compilação.

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JCLIC

JClic® é um ambiente para a criação, realização e avaliação de atividades educativas multimédia, desenvolvido em linguagem de programação Java. É uma aplicação de software livre baseada nos padrões abertos que funciona em diversos sistemas operacionais, nomeadamente: GNU/Linux, Mac OS X, Windows e Solaris.

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EXELEARNING

Exelearning® ou eXeLearning® é um software de código aberto que permite a professores e a investigadores a publicação de conteúdos didáticos em suportes digitais, sem necessidade de ser ou tornar-se especialista em HTML ou em XML.

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KAHOOT!

Kahoot!® é uma plataforma de aprendizado baseada em jogos, usada como tecnologia educacional em escolas e outras instituições de ensino. Seus jogos de aprendizado, “Kahoots”, são testes de múltipla escolha que permitem a gestão de utilizadores e podem ser acedidos através de um navegador da Web ou do aplicativo Kahoot.

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SAVSOFT QUIZ

Savsoft Quiz® é um software grátis, de código aberto, que permite criar e gerir quizzes, testes, fichas e exames online, no seu próprio website.
Este software tem também a capacidade de realizar a gestão de alunos/turmas, atribuição autómática de notas, acompanhamento da progressão dos alunos, etc.
Experimente!

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POLLEVERYWHERE

Poll Everywhere® é uma empresa privada com sede em San Francisco, Califórnia. A empresa, fundada em abril de 2007, é um serviço online para sistemas de resposta em sala de aula e de público. Este serviço pode ser integrado em apresentações Powerpoint®.

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MENTIMETER

Mentimeter® é uma empresa sueca com sede em Estocolmo que desenvolve e mantém um aplicativo de mesmo nome usado para criar apresentações com feedback em tempo real.

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SOCRATIVE

Por meio do Socrative®, os professores podem elaborar testes e até mesmo provas completas nos seus computadores. Além disso, para compartilhar o questionário, só é necessário que o estudante tenha um computador ou um smartphone.

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FLUBAROO

Útil para professores com pouco tempo disponível, o Flubaroo® facilita na hora de padronizar a avaliação de testes, organizar resultados e mandar por e-mail o resultado de cada estudante.

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TESTMOZ

Interessante principalmente para professores, o Testmoz® é um site gratuito para a elaboração de perguntas e respostas (tanto múltipla escolha, quanto por extenso).

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THAT QUIZ

O site That Quiz®, apesar de ser totalmente em inglês, pode ser utilizado para diversos níveis escolares e académicos. Pode  selecionar questões e temas para criar o seu próprio quiz e compartilhar com os seus estudantes.

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QUESTIONPRO

Feito para empresas, o QuestionPro® também oferece ferramentas gratuitas para professores que desejam criar questionários e acompanhar o progresso dos participantes.

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CLASSMAKER

Quer compartilhar o seu questionário com qualquer pessoa? Utilize o GoToQuiz.com®, site que gera uma URL para cada teste.

Ideal para professores com turmas pequenas, o ClassMaker® oferece gratuitamente a ferramenta para elaborar 100 questionários  por mês.

O ClassMarker oferece três pacotes de questionário na opção de teste. Apenas o pacote Standard, é um serviço online gratuito. Podem ser criado questionários online para os indivíduos ou grupos inteiros, mas apenas os utilizadores registrados podem responder aos questionários.

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EDPUZZLE

Que tal transformar um vídeo num questionário? Isso é possível com o EDpuzzle®, site que oferece ferramentas para adicionar a sua voz, textos, perguntas, imagens e cortes em qualquer vídeo que você quiser.

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POLL & MATCH

Poll & Match® é a ferramenta ideal para professores que desejam criar seu próprio questionário para feedback. Se quer saber o que seus estudantes acham de suas aulas, faça as perguntas utilizando este site.

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WONDERSHARE

Wondershare Quiz Creator® é um poderoso software de produção de questionários com opção de inclusão de ficheiros flash e pesquisas com objetos multimédia. Com este software, é possível criar rapidamente conteúdos de avaliação e publicá-los online.

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PROPROFSQUIZ

Com o ProProfs Quiz® de Escola é fácil criar questionários, testes e exames online, com cores e imagens. É um programa de teste totalmente online e grátis. Os utilizadores podem criar um questionário, compartilhá-lo com os outros, e ver os resultados instantaneamente.

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QUIZBOX

QuizBox® é um construtor de testes online, gratuito, que pode ser usado para fazer testes para blogs e sites. Permite escolher o número de perguntas, bem como o número de respostas de escolha múltipla.

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EASYLMS

EasyLMS® é um criador de quiz online  muito fácil de  criar. Em menos de cinco minutos pode criar um quiz simples.

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EASYTESTMAKER

EasyTestMaker® é um software de testes online gratuito para ajudar a criar testes em papel. É possível construir questionários de múltipla escolha, preenchimento, resposta, correspondência e perguntas verdadeiro / falso.

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QUIBBLO

Quibblo® é uma rede social onde se podem criar questionários, ver os resultados num gráfico e comparar as suas respostas com outros. Permite compartilhar com os outros testes e questionários e incorporar em blogues.

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Mapas interativos para ajudar professores e educadores

São mais de 30 mapas interativos que prometem dinamizar a forma como os professores dão aulas. Primeiro deu um livro, mas o projeto “Google Earth na Sala de Aula” também já tem site.

Este mapa, com a identificação das áreas protegidas em Portugal continental, é um dos 30 mapas interativos que já podem ser explorados no site do projeto.

Este mapa, com a identificação das áreas protegidas em Portugal continental, é um dos 30 mapas interativos que já podem ser explorados no site do projeto.

Luís Correia Antunes / Google MyMaps

A base dos mapas é da Google. Mas é só mesmo a base, porque o projeto é de Luís Correia Antunes, um apaixonado por ensino e cartografia. Autor do livro Google Earth na sala de aula, Luís Antunes acaba de lançar o site mapasnasaladeaula.org, onde rompe com as limitações do papel “com criatividade e originalidade”.

Mas que projeto é este? A ideia passa por criar condições “para a aplicação de novas tecnologias geográficas” em ambiente de sala de aula e, também, noutras áreas de interesse. Os mais de 30 mapas já disponíveis no site abrangem áreas tão diversas como “o turismo, ambiente, proteção civil [e] ordenamento de território”, lê-se na página.

Melhor do que falar sobre eles, há que os ver e interpretar. Por exemplo, um desses mapas mostra a localização dos principais rios de Portugal.

Outra das propostas inclui a identificação das áreas protegidas classificadas pelo Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas. Segundo o autor, para além da descrição de cada uma delas — com dados “como o nome, a classificação, a jurisdição e a publicação do diploma que legislou a área” — o mapa agrupa as áreas por classificação, “facilitando a navegação e a visualização das diversas zonas protegidas”.

Para além dos recursos cartográficos, este projeto sem fins lucrativos aposta na formação. De acordo com o site, o próprio autor, Luís Antunes, já deu aulas na Universidade da Madeira e há dez anos que “ministra formações e workshops a professores e educadores”. Por isso, há ainda um canal no YouTubecom várias explicações acerca do uso deste tipo de aplicações interativas. A principal ferramenta é o programa Google Earth, cujo licenciamento da versão profissional é agora gratuito.

Com todos estes recursos à disposição do público, o projeto “Google Earth na Sala de Aula” pretende ser “uma base de apoio para o desenvolvimento e apresentação de conteúdos programáticos por parte dos professores e educadores, de qualquer área curricular”. E, por se tratar de uma iniciativa geocolaborativatodos são chamados a “fazer parte do projeto”.

Fonte: Obervador.pt

Outros locais com recursos mapas interativos:

https://mapasinteractivos.didactalia.net/

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Frisos Cronológicos

Eight Online Tools for Creating Timelines

Richard Byrne – FreeTech4Teachers.com

History In Motion

historyinmotion.org

Sutori

sutori.com

Timeline JS

timeline.knightlab.com

Timeline JS utilizes Google Spreadsheets as the basis of timeline event creation. Students collaborate on a spreadsheet to build timelines. A video of the process is available at https://youtu.be/On-PUXqu9yo

RWT Timeline

bitly.com/1ym46nY

Flippity Timeline

Flippity.net

Canva

Canva.com

**Canva offers collaboration features if you have a “Pro” plan. Pro plans are available to teachers and students for free at canva.com/education

Google Slides & PowerPoint

Apresentações do Google – crie e edite apresentações online, gratuitamente.

https://www.office.com/

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15 maneiras de usar o arquivo functions no WordPress

Já deverá ter reparado que na pasta do seu template wordpress existe um arquivo chamado functions.php. Considerado como um dos mais poderosos arquivos do WordPress, ele, tal como o nome sugere, permite adicionar ou remover funções ao seu site. Ele funciona, na verdade, como um plugin, mas o código é todo colocado nele, podendo inclusive ter todos os códigos de funcionalidades nesse arquivo.

Os colegas do WPBeginner resolveram fazer uma listinha bem interessante com alguns dos códigos que você pode usar para criar funções na sua instalação do WordPress.

Para alguns desses truques, você necessita ter algum conhecimento sobre PHP, mas não para todos. E tome nota também que todos esses códigos devem ser usados no seu arquivo functions.php, obviamente!

01. Adicionar Google Analytics

Você pode copiar e colar o código seguinte, inserindo o seu código do Google Analytics onde diz para o fazer. Você pode usar esse código no seu arquivo functions.php e nunca mais terá de se preocupar com ele. O que esse código faz é criar uma função que vai ficar no wp_footer, pelo que ele automaticamente irá adicionar o seu Analytics no rodapé de
todas as suas páginas.

<?php
add_action('wp_footer', 'add_googleanalytics');
function add_googleanalytics() { ?>
// Cole aqui seu código do Google Analytics
<?php } ?>

02. Adicionar um Favicon em seu blog

O seu blog deverá ter sempre uma identidade própria. Uma das formas
de acrescentar identidade a ele é adicionando um favicon,
aquele ícone que aparece ao lado do endereço do seu blog na janela do
browser. Você pode fazer isso usando seu arquivo functions.php, basta
copiar e colar este código:

// add a favicon to your
function blog_favicon() {
echo '<link rel="Shortcut Icon" type="image/x-icon" href="'.get_bloginfo('wpurl').'/favicon.ico" />';
}
add_action('wp_head', 'blog_favicon');

Agora, só precisa enviar seu arquivo .ico para a raíz do seu
servidor. Se desejar, pode também alterar a direção “href” para uma
outra localização que desejar.

03. Remover versão do WordPress

Ter a versão do seu WordPress visível no código fonte de seu blog é
um grande risco, especialmente se você não atualizar seu WordPress
regularmente. Quando existem falhas de segurança ou crackers
interessados em entrar em seu sistema, é importante que você não tenha
sua versão visível no código. Para remover a versão do seu WordPress,
copie e cole o seguinte código:

function wpbeginner_remove_version() {
return ";
}
add_filter('the_generator', 'wpbeginner_remove_version');

04. Mudar o logo no seu painel de controle

Se você gostaria de mudar o logotipo do seu painel de controle, que
originalmente apresenta o logo do WordPress, utilize esta função aqui:

//hook the administrative header output
add_action('admin_head', 'my_custom_logo');

function my_custom_logo() {
echo '
<style type="text/css">
#header-logo { background-image: url('.get_bloginfo('template_directory').'/images/custom-logo.gif) !important; }
</style>
';
}

Não se esqueça depois de alterar o endereço de carregamento do logotipo.

05. Alterar o rodapé do painel de controle

Você também pode alterar o rodapé de seu painel de controle,
acrescentando links que considere importantes, ou removendo os links
presentes. Simplesmente copie e cole o seguinte código:

function remove_footer_admin () {
echo 'Alimentado por <a href="http://www.wordpress.org" target="_blank">WordPress</a> | Desenhado por <a href="http://www.wordpress-love.com" target="_blank">Wordpress</a> | WordPress Tutoriais: <a href="http://www.wordpress-love.com" target="_blank">Wordpress Love</a></p>';
}

add_filter('admin_footer_text', 'remove_footer_admin');

06. Adicionar widgets ao seu painel de controle

A sua página de entrada no seu painel de controle está recheada de
widgets, como o Quickpress, os plugins WordPress, o blog de
desenvolvimento do WordPress, entre outros. Se quiser colocar um widget
personalizado, com links para determinados recursos ou outras
coisas, use o seguinte código:

add_action('wp_dashboard_setup', 'my_custom_dashboard_widgets');

function my_custom_dashboard_widgets() {
global $wp_meta_boxes;

wp_add_dashboard_widget('custom_help_widget', 'Theme Support', 'custom_dashboard_help');
}

function custom_dashboard_help() {
echo '<p>Olá e bem-vindo ao nosso painel de controlo! Precisa de ajuda? Contacte-nos <a href="mailto:yourusername@gmail.com">aqui</a>. Para tutoriais interessantes em WordPress visite: <a href="http://www.wordpress-love.com" target="_blank">Wordpress Love</a></p>';
}

Não se esqueça de alterar o endereço de email e a informação da forma
que bem desejar.

07. Alterar o gravatar
original do WordPress

Originalmente o WordPress tem um gravatar chamado Homem Mistério. No
entanto, você pode trocá-lo por outro que deseje e tornar o
seu blog ainda mais interessante e único. Para trocar esse gravatar,
copie e cole o seguinte código:

add_filter( 'avatar_defaults', 'newgravatar' );

function newgravatar ($avatar_defaults) {
$myavatar = get_bloginfo('template_directory') . '/images/gravatar.gif';
$avatar_defaults[$myavatar] = "Wordpress-Love";
return $avatar_defaults;
}

Não se esqueça de fazer o upload de uma imagem sua para a pasta do seu
template. Altere também o caminho e o nome do seu novo gravatar no
código acima. Depois disso feito, vá em WP-Admin » Opções » Debate e
veja seu novo gravatar ao vivo!

08. Copyright automático em seu rodapé

Essa aí é fantástica! Quem é que nunca se esqueceu de atualizar a
data do copyright no rodapé de um blog? Chegar num blog e ver no rodapé ©
2006 é no mínimo engraçado. Para que isso não aconteça, utilize o
seguinte código para criar um copyright automático em seu blog:

function comicpress_copyright() {
global $wpdb;
$copyright_dates = $wpdb->get_results("
SELECT
YEAR(min(post_date_gmt)) AS firstdate,
YEAR(max(post_date_gmt)) AS lastdate
FROM
$wpdb->posts
WHERE
post_status = 'publish'
");
$output = ";
if($copyright_dates) {
$copyright = "&copy; " . $copyright_dates[0]->firstdate;
if($copyright_dates[0]->firstdate != $copyright_dates[0]->lastdate) {
$copyright .= '-' . $copyright_dates[0]->lastdate;
}
$output = $copyright;
}
return $output;
}

Depois de colocar essa função no seu WordPress, copie e cole o
seguinte código para o seu arquivo footer.php, onde pretende
mostrar a data atualizada:

<?php echo comicpress_copyright(); ?>

A função procura pela data do seu primeiro e a do seu
último artigo, mostrando depois o seu copyright como algo do tipo © 2006
2010.

09. Adicionar campos de registro/perfil

Se você deseja criar uma página de autor mais versátil, então você
provavelmente deseja adicionar novos campos ao perfil de seus usuários.
Esse código permite adicionar, por exemplo, campos para os perfis de
twitter e facebook, embora possa ser usado para outros fins também.

function my_new_contactmethods( $contactmethods ) {
// adicionar Twitter
$contactmethods['twitter'] = 'Twitter';
// adicionar Facebook
$contactmethods['facebook'] = 'Facebook';

return $contactmethods;
}
add_filter('user_contactmethods','my_new_contactmethods',10,1);

Você pode depois chamar esses campos de usuário no seu arquivo author.php, adicionando o seguinte código:

<?php echo $curauth->twitter; ?>

10. Manipular o rodapé do seu RSS Feed

Se você gostaria de colocar anúncios ou outras informações no rodapé
dos seus RSS Feeds, apenas necessita utilizar o seguinte código no arquivo de funções do seu WordPress:

function wplove_postrss($content) {
if(is_feed()){
$content = 'Artigo escrito por Paulo Faustino '.$content.'Veja mais em WordPress-Love';
}
return $content;
}
add_filter('the_excerpt_rss', 'wplove_postrss');
add_filter('the_content', 'wplove_postrss');

Nesse exemplo estamos usando a função wplove_postrss para
adicionarmos, em cada artigo, um texto dizendo “Artigo escrito
por Paulo Faustino. Veja mais em WordPress-Love…”. Mas adicionamos
também o if(is_feed), para que ele adicione esse texto apenas nos seus
RSS Feeds. Para tornar esse código compatível com seu blog, terá de
alterar o wplove e também o texto para que fique do jeito que você quer.

11. Adicionar thumbnails nos seus RSS feeds

A opção post thumbnail normalmente só é utilizada no seu blog, mas
saiba que também poderá estendê-la para os seus RSS feed através de uma
função muito simples. Copie e cole o seguinte código no seu arquivo functions.php:

function rss_post_thumbnail($content) {
global $post;
if(has_post_thumbnail($post->ID)) {
$content = '<p>' . get_the_post_thumbnail($post->ID) .
'</p>' . get_the_content();
}
return $content;
}
add_filter('the_excerpt_rss', 'rss_post_thumbnail');
add_filter('the_content_feed', 'rss_post_thumbnail');

Fique à vontade para depois estilizar com CSS esses thumbnails da
forma que desejar.

12. Desligar a pesquisa do WordPress

Usando o WordPress como CMS, muitas vezes a sua opção de pesquisa não
é necessária e/ou é substituída pelas caixas de pesquisa do Google
Adsense, que sempre que lhe podem ajudar a ganhar dinheiro.
Se remover a pesquisa do seu design, a função de pesquisa continua a
existir e a ser funcional. Para desligar essa função, utilize este
código:

function fb_filter_query( $query, $error = true ) {

if ( is_search() ) {
$query->is_search = false;
$query->query_vars[s] = false;
$query->query[s] = false;

// to error
if ( $error == true )
$query->is_404 = true;
}
}

add_action( 'parse_query', 'fb_filter_query' );
add_filter( 'get_search_form', create_function( '$a', "return null;" ) );

13. Mudar seus feeds para FeedBurner automaticamente

Se você criou uma conta no feedburner para o seu blog, você
provavelmente irá trocar todos os endereços de RSS do seu WordPress para
os novos links de RSS do feedburner. Dessa forma, você tenta garantir
que não perderá nenhum assinante. Você pode fazer isso manualmente, com
um plugin, ou então com esta função:

function custom_feed_link($output, $feed) {

$feed_url = 'http://feeds.feedburner.com/wordpresslove';

$feed_array = array('rss' => $feed_url, 'rss2 => $feed_url, 'atom' => $feed_url, 'rdf' => $feed_url, 'comments_rss2 => ");
$feed_array[$feed] = $feed_url;
$output = $feed_array[$feed];

return $output;
}

function other_feed_links($link) {

$link = 'http://feeds.feedburner.com/wordpresslove';
return $link;

}
//Add our functions to the specific filters
add_filter('feed_link','custom_feed_link', 1, 2);
add_filter('category_feed_link', 'other_feed_links');
add_filter('author_feed_link', 'other_feed_links');
add_filter('tag_feed_link','other_feed_links');
add_filter('search_feed_link','other_feed_links');

14. Aumentar o tamanho dos resumos

Originalmente o WordPress coloca os resumos em 55 palavras. Se você
desejar aumentar o tamanho deles, para que apresentem
mais texto, utilize a seguinte função:

function new_excerpt_length($length) {
return 100;
}
add_filter('excerpt_length', 'new_excerpt_length');

Não se esqueça de trocar o valor 100 pelo valor que deseja ter.

15. Mostrar o número de seguidores no Twitter

Existem alguns widgets para mostrar o número de seguidores que você
tem no Twitter, mas normalmente são limitados. Com esse código você pode
mostrar o seu número de seguidores e customizá-lo da forma que bem
entender. Utilize o seguinte código:

function rarst_twitter_user( $username, $field, $display = false ) {
$interval = 3600;
$cache = get_option('rarst_twitter_user');
$url = 'http://api.twitter.com/1/users/show.json?screen_name='.urlencode($username);

if ( false == $cache )
$cache = array();

// if first time request add placeholder and force update
if ( !isset( $cache[$username][$field] ) ) {
$cache[$username][$field] = NULL;
$cache[$username]['lastcheck'] = 0;
}

// if outdated
if( $cache[$username]['lastcheck'] < (time()-$interval) ) {

// holds decoded JSON data in memory
static $memorycache;

if ( isset($memorycache[$username]) ) {
$data = $memorycache[$username];
}
else {
$result = wp_remote_retrieve_body(wp_remote_request($url));
$data = json_decode( $result );
if ( is_object($data) )
$memorycache[$username] = $data;
}

if ( is_object($data) ) {
// update all fields, known to be requested
foreach ($cache[$username] as $key => $value)
if( isset($data->$key) )
$cache[$username][$key] = $data->$key;

$cache[$username]['lastcheck'] = time();
}
else {
$cache[$username]['lastcheck'] = time()+60;
}

update_option( 'rarst_twitter_user', $cache );
}

if ( false != $display )
echo $cache[$username][$field];
return $cache[$username][$field];
}

Depois coloque o código de apresentação onde deseja mostrar o seu
número de seguidores, atualizações, etc:

echo rarst_twitter_user('escoladinheiro', 'name').' has '.
rarst_twitter_user('escoladinheiro', 'followers_count').' followers after '.
rarst_twitter_user('escoladinheiro', 'statuses_count').' updates.';

É isso aí! Até a próxima!

Créditos: https://imasters.com.br/back-end/15-maneiras-de-usar-o-arquivo-functions-no-wordpress

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How to disable WordPress plugin directly from DB

Several days ago I’ve experienced an unpleasant situation where I was locked out of my WordPress admin page due to a bug / misconfiguration in Google Captcha (reCAPTCHA) by BestWebSof. Each time I tried to login I was denied, regardless of the captcha being marked:

Pretty nasty situation, considering that I’m locked out of the admin panel, where all plugin-related operation are performed. After a little research I realized that it can be done directly from WP mySQL DB, as long as you have access to it. Luckily, I was running WP on EC2 instance in my AWS so I had full privileges to access mySQL DB.


Manually disabling WordPress Plugin

The following procedure was performed to temporary disable BestWebSof Google Captcha plugin. Bear in mind that it is eligible for all other plugins preventing access to the admin panel or alternatively, cannot be disabled via the admin panel.

  1. Connect to the DB hosting WordPress – Usually mySQL DB. You can use whatever GUI to access to your database back end (MySQL). For my case, I used mySQL CLI directly from my web hosting server . The plugin configuration is stored in a table called wp_options.
  2. Now, lets look for active plugins with the following sql statement:
    SELECT option_name FROM `wp_options` WHERE option_name = 'active_plugins'
  3. The result should be in the following form:
    a:12:{i:0;s:59:"black-studio-tinymce-widget/black-studio-tinymce-widget.php";i:1;s:23:"cw-google-analytics.php";
    i:2;s:32:"disqus-comment-system/disqus.php";i:3;s:50:"google-analytics-for-wordpress/googleanalytics.php";i:4;
    s:33:"google-captcha/google-captcha.php";i:5;s:36:"google-sitemap-generator/sitemap.php";
    i:6;s:37:"meta-tag-manager/meta-tag-manager.php";i:7;s:37:"nivo-slider-lite/nivo-slider-lite.php";
    i:8;s:29:"pirate-forms/pirate-forms.php";i:9;s:39:"simple-author-box/simple-author-box.php";
    i:10;s:27:"updraftplus/updraftplus.php";i:11;s:23:"wordfence/wordfence.php";}

    Where represent the number of active plugins and each the id of the plugin. As you see, I have had 12 plugin enables in system. But what I would like to do now is to disable is google-captcha. To do so, I need to change the value a:12: to a:11:. Means that only 11 plugin will be enable. Then remove

    i:4;s:33:"google-captcha/google-captcha.php"

    Hence, this whole string should be deleted, all other consecutive indexes should be updated respectively.

  4. Please backup your database and/or your files/folders before making any change. This can solve to restore back the website in case of any problem happen un-expected.
  5. This is the final UPDATE query that was used:
    UPDATE wp_options 
    SET option_value="a:11:{i:0;s:59:\"black-studio-tinymce-widget/black-studio-tinymce-widget.php\";
    i:1;s:23:\"cw-google-analytics.php\";i:2;s:32:\"disqus-comment-system/disqus.php\";
    i:3;s:50:\"google-analytics-for-wordpress/googleanalytics.php\";i:4;s:36:\"google-sitemap-generator/sitemap.php\";
    i:5;s:37:\"meta-tag-manager/meta-tag-manager.php\";i:6;s:37:\"nivo-slider-lite/nivo-slider-lite.php\";
    i:7;s:29:\"pirate-forms/pirate-forms.php\";i:8;s:39:\"simple-author-box/simple-author-box.php\";
    i:9;s:27:\"updraftplus/updraftplus.php\";i:10;s:23:\"wordfence/wordfence.php\";}" 
    WHERE option_name = 'active_plugins';

Once the query is submitted you’ll be able to login to the admin console without reCAPTCHA validation. Now that you have access to the console, you can go to the plugin section and delete / edit the faulty plugin.

Crédits to: https://cloud-wars.com/how-to-disable-wordpress-plugin-directly-from-db/

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Criação de frisos cronológicos | Ferramentas digitais

As “Timelines” ou linhas (frisos) cronológicas têm como finalidade representar visualmente, de forma agradável, datas sobre determinado tema e a ordem dos acontecimentos históricos mais marcantes com ele relacionados, principalmente descrevendo-os e agrupando-os numa sequência lógica.
Existe uma série de ferramentas digitais gratuitas e intuitivas online que podem ser integradas em inúmeras atividades pedagógicas em contexto educativo.

As 14 ferramentas são:

• Classtools
A ferramenta apenas permite linhas do tempo com texto.

• Free Timeline.com

Esta ferramenta não exige registo e apresenta versões para telemóvel e tablet. Permite incorporar imagens e pode ser compartilhado em sites ou blogs.

• Lucidchart

Ferramenta gratuita permite linhas do tempo com texto, numa disposição horizontal, vertical ou diagonal.

• MyHistro

A ferramenta permite combinar mapas e linhas do tempo numa apresentação, converter qualquer linha do tempo pública num arquivo pdf pessoal ou exportá-la para o formato do Google Earth para armazenamento offline. Todas as linhas do tempo concluídas podem ser incorporadas em blogues e sites.

• Preceden

É uma ferramenta online para criar linhas do tempo interativas baseadas em texto. Os utilizadores podem inserir um título, data e descrição para cada evento, que é adicionado com um ponto na linha do tempo. O texto completo dos eventos é exibido quando o utilizador passa o mouse sobre o ponto na linha do tempo. Na versão gratuita admite até 10 eventos no friso cronológico.

• ReadWriteThing

O ReadWriteThink possui várias ferramentas online interativas para estudantes, e a Linha do tempo é uma delas. Com o software Timeline, pode-se criar e compartilhar linhas do tempo gratuitas. Certifique-se de usar esta ferramenta num navegador compatível com Flash.

• Rememble

Linha do tempo que permite incorporar áudio, vídeo, textos e imagens. É possível a colaboração com outros utilizadores.

• SmartDraw

É um programa de computador que permite criar organogramas, diagramas e fluxogramas, calendários, diagramas de rede e linhas do tempo.

• Sutori

Projetado especificamente para o sector educacional, o software de linha do tempo da Sutori ajuda professores e alunos a criar linhas do tempo interativas para tarefas que podem ser visualizadas num navegador da web. Os cronogramas podem ser enriquecidos com imagens, textos, perguntas de escolha múltipla, fóruns, áudio e vídeos. Tem como inconveniente cada evento é uma página da web separada.

• TimelineJS

O TimelineJS é uma ferramenta de código aberto que permite a qualquer pessoa criar linhas do tempo interativas e visualmente ricas. Os iniciantes podem criar uma linha do tempo usando nada mais que uma planilha do Google, mas, se o pretender, podem ser criadas linhas do tempo personalizadas.

• Time Graphics

A ferramenta permite que recorte eventos, tabelas e períodos de tempo. Pode incorporar vários itens interativos de outro site, como estatísticas ou gráficos. Permite criar sem registo e pode fazer login com sua conta do Google. Na versão gratuita pode criar um friso cronológico, até 18 eventos e 7 links.

• TimeToast

É uma ferramenta fácil de usar que permite que alunos e professores adicionem interatividade às linhas do tempo que eles criam. É simples criar uma conta e elaborar a sua própria linha do tempo, ou se preferir, procurar projetos criados por outros membros. O Timetoast possui uma interface bastante intuitiva e pode ser incorporado noutros sites.
Esta ferramenta digital além de criar infográficos permite também elaborar cronogramas. Disponibiliza 38 modelos diferentes nos quais podem ser incorporados imagens.• Visme
É uma ferramenta multiuso online para criar linhas de tempo, apresentações e gráficos. As linhas de tempo feitas com o Visme são limpas e únicas, e você pode fazer as melhores mesmo com a versão gratuita.
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Permalinks are not working in wordpress.

I have looked at all the similar questions, and I am still not able to get permalinks to work. I have confirmed that .htaccess is being accessed. I have also confirmed that mod_rewrite is enabled, and working, and even working in .htaccess. I will explain how I have tested this.

When things first weren’t working, I removed the rewrite rule in my /etc/apache2/sites-available/mysite.com.conf and confirmed that I was able to get the site to load without https. I then inserted a bad line at the top of my .htaccess file, and it gave me a 500 error. I then removed that line, and added the rewrite rules that were originally in my mysite.com.conf file to the .htaccess file, and I inserted it between <IfModule mod_rewrite.c></IfModule> tags and tested it. I was redirected to the secure site. I am able to go to the page if I leave the default permalinks alone, but when I change them to anything besides “plain”, I get a 404 error.

Here is my .htaccess file as it sits now. The wordpress rules don’t work, but the HTTPS rules do.

# BEGIN WordPress
<IfModule mod_rewrite.c>
    RewriteEngine On
    RewriteBase /
    RewriteRule ^index\.php$ - [L]
    RewriteCond %{REQUEST_FILENAME} !-f
    RewriteCond %{REQUEST_FILENAME} !-d
    RewriteRule . /index.php [L]
</IfModule>

# END WordPress

# HTTPS Rewrite
<IfModule mod_rewrite.c>
    RewriteEngine on
    RewriteCond %{SERVER_NAME} =mysite.com [OR]
    RewriteCond %{SERVER_NAME} =www.mysite.com
    RewriteRule ^ https://%{SERVER_NAME}%{REQUEST_URI} [END,NE,R=permanent]
</IfModule>

# END HTTPS Rewrite

Here is my current mysite.com.conf file:

<VirtualHost *:80>
    ServerAdmin webmaster@mysite.com
    DocumentRoot /var/www/mysite.com/html
    ServerName mysite.com
    ServerAlias www.mysite.com
    ErrorLog /var/www/mysite.com/logs/error.log
    CustomLog /var/www/mysite.com/logs/access.log combined
    <Directory /var/www/mysite.com/html/>
        AllowOverride All
    </Directory>
</VirtualHost>

sudo a2enmod rewrite tells me “Module rewrite already enabled”

For additional information, I followed How To Install WordPress with LAMP on Ubuntu 18.04. I also followed all the prerequisites, including initial server setup, install a lamp stack, and letsencrypt guide for apache. I even rebuilt the server and started from scratch when it wasn’t working.

Needless to say, I am a bit perplexed. Any help would be appreciated.

Fonte: https://www.digitalocean.com/community/questions/permalinks-are-not-working-in-wordpress

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How To Set Up mod_security with Apache on Debian/Ubuntu

Prelude


Mod security is a free Web Application Firewall (WAF) that works with Apache, Nginx and IIS. It supports a flexible rule engine to perform simple and complex operations and comes with a Core Rule Set (CRS) which has rules for SQL injection, cross site scripting, Trojans, bad user agents, session hijacking and a lot of other exploits. For Apache, it is an additional module which makes it easy to install and configure.

In order to complete this tutorial, you will need LAMP installed on your server.

Installing mod_security


Modsecurity is available in the Debian/Ubuntu repository:

apt-get install libapache2-modsecurity

Verify if the mod_security module was loaded.

apachectl -M | grep --color security

You should see a module named security2_module (shared) which indicates that the module was loaded.

Modsecurity’s installation includes a recommended configuration file which has to be renamed:

mv /etc/modsecurity/modsecurity.conf{-recommended,}

Reload Apache

service apache2 reload

You’ll find a new log file for mod_security in the Apache log directory:

root@droplet:~# ls -l /var/log/apache2/modsec_audit.log
-rw-r----- 1 root root 0 Oct 19 08:08 /var/log/apache2/modsec_audit.log

Configuring mod_security


Out of the box, modsecurity doesn’t do anything as it needs rules to work. The default configuration file is set to DetectionOnly which logs requests according to rule matches and doesn’t block anything. This can be changed by editing the modsecurity.conf file:

nano /etc/modsecurity/modsecurity.conf

Find this line

SecRuleEngine DetectionOnly

and change it to:

SecRuleEngine On

If you’re trying this out on a production server, change this directive only after testing all your rules.

Another directive to modify is SecResponseBodyAccess. This configures whether response bodies are buffered (i.e. read by modsecurity). This is only neccessary if data leakage detection and protection is required. Therefore, leaving it On will use up droplet resources and also increase the logfile size.

Find this

SecResponseBodyAccess On

and change it to:

SecResponseBodyAccess Off

Now we’ll limit the maximum data that can be posted to your web application. Two directives configure these:

SecRequestBodyLimit
SecRequestBodyNoFilesLimit

The SecRequestBodyLimit directive specifies the maximum POST data size. If anything larger is sent by a client the server will respond with a 413 Request Entity Too Large error. If your web application doesn’t have any file uploads this value can be greatly reduced.

The value mentioned in the configuration file is

SecRequestBodyLimit 13107200

which is 12.5MB.

Similar to this is the SecRequestBodyNoFilesLimit directive. The only difference is that this directive limits the size of POST data minus file uploads– this value should be “as low as practical.”

The value in the configuration file is

SecRequestBodyNoFilesLimit 131072

which is 128KB.

Along the lines of these directives is another one which affects server performance: SecRequestBodyInMemoryLimit. This directive is pretty much self-explanatory; it specifies how much of “request body” data (POSTed data) should be kept in the memory (RAM), anything more will be placed in the hard disk (just like swapping). Since droplets use SSDs, this is not much of an issue; however, this can be set a decent value if you have RAM to spare.

SecRequestBodyInMemoryLimit 131072

This is the value (128KB) specified in the configuration file.

Testing SQL Injection


Before going ahead with configuring rules, we will create a PHP script which is vulnerable to SQL injection and try it out. Please note that this is just a basic PHP login script with no session handling. Be sure to change the MySQL password in the script below so that it will connect to the database:

/var/www/login.php

<html>
<body>
<?php
    if(isset($_POST['login']))
    {
        $username = $_POST['username'];
        $password = $_POST['password'];
        $con = mysqli_connect('localhost','root','password','sample');
        $result = mysqli_query($con, "SELECT * FROM `users` WHERE username='$username' AND password='$password'");
        if(mysqli_num_rows($result) == 0)
            echo 'Invalid username or password';
        else
            echo '<h1>Logged in</h1><p>A Secret for you....</p>';
    }
    else
    {
?>
        <form action="" method="post">
            Username: <input type="text" name="username"/><br />
            Password: <input type="password" name="password"/><br />
            <input type="submit" name="login" value="Login"/>
        </form>
<?php
    }
?>
</body>
</html>

This script will display a login form. Entering the right credentials will display a message “A Secret for you.”

We need credentials in the database. Create a MySQL database and a table, then insert usernames and passwords.

mysql -u root -p

This will take you to the mysql> prompt

create database sample;
connect sample;
create table users(username VARCHAR(100),password VARCHAR(100));
insert into users values('jesin','pwd');
insert into users values('alice','secret');
quit;

Open your browser, navigate to http://yourwebsite.com/login.php and enter the right pair of credentials.

Username: jesin
Password: pwd

You’ll see a message that indicates successful login. Now come back and enter a wrong pair of credentials– you’ll see the message Invalid username or password.

We can confirm that the script works right. The next job is to try our hand with SQL injection to bypass the login page. Enter the following for the username field:

' or true -- 

Note that there should be a space after -- this injection won’t work without that space. Leave the password field empty and hit the login button.

Voila! The script shows the message meant for authenticated users.

Setting Up Rules


To make your life easier, there are a lot of rules which are already installed along with mod_security. These are called CRS (Core Rule Set) and are located in

root@droplet:~# ls -l /usr/share/modsecurity-crs/
total 40
drwxr-xr-x 2 root root  4096 Oct 20 09:45 activated_rules
drwxr-xr-x 2 root root  4096 Oct 20 09:45 base_rules
drwxr-xr-x 2 root root  4096 Oct 20 09:45 experimental_rules
drwxr-xr-x 2 root root  4096 Oct 20 09:45 lua
-rw-r--r-- 1 root root 13544 Jul  2  2012 modsecurity_crs_10_setup.conf
drwxr-xr-x 2 root root  4096 Oct 20 09:45 optional_rules
drwxr-xr-x 3 root root  4096 Oct 20 09:45 util

The documentation is available at

root@droplet1:~# ls -l /usr/share/doc/modsecurity-crs/
total 40
-rw-r--r-- 1 root root   469 Jul  2  2012 changelog.Debian.gz
-rw-r--r-- 1 root root 12387 Jun 18  2012 changelog.gz
-rw-r--r-- 1 root root  1297 Jul  2  2012 copyright
drwxr-xr-x 3 root root  4096 Oct 20 09:45 examples
-rw-r--r-- 1 root root  1138 Mar 16  2012 README.Debian
-rw-r--r-- 1 root root  6495 Mar 16  2012 README.gz

To load these rules, we need to tell Apache to look into these directories. Edit the modsecurity.conf file.

nano /etc/apache2/mods-enabled/modsecurity.conf

Add the following directives inside <IfModule security2_module> </IfModule>:

Include "/usr/share/modsecurity-crs/*.conf"
Include "/usr/share/modsecurity-crs/activated_rules/*.conf"

The activated_rules directory is similar to Apache’s mods-enabled directory. The rules are available in directories:

/usr/share/modsecurity-crs/base_rules
/usr/share/modsecurity-crs/optional_rules
/usr/share/modsecurity-crs/experimental_rules

Symlinks must be created inside the activated_rules directory to activate these. Let us activate the SQL injection rules.

cd /usr/share/modsecurity-crs/activated_rules/
ln -s /usr/share/modsecurity-crs/base_rules/modsecurity_crs_41_sql_injection_attacks.conf .

Apache has to be reloaded for the rules to take effect.

service apache2 reload

Now open the login page we created earlier and try using the SQL injection query on the username field. If you had changed the SecRuleEngine directive to On, you’ll see a 403 Forbidden error. If it was left to the DetectionOnly option, the injection will be successful but the attempt would be logged in the modsec_audit.log file.

Writing Your Own mod_security Rules


In this section, we’ll create a rule chain which blocks the request if certain “spammy” words are entered in a HTML form. First, we’ll create a PHP script which gets the input from a textbox and displays it back to the user.

/var/www/form.php

<html>
    <body>
        <?php
            if(isset($_POST['data']))
                echo $_POST['data'];
            else
            {
        ?>
                <form method="post" action="">
                        Enter something here:<textarea name="data"></textarea>
                        <input type="submit"/>
                </form>
        <?php
            }
        ?>
    </body>
</html>

Custom rules can be added to any of the configuration files or placed in modsecurity directories. We’ll place our rules in a separate new file.

nano /etc/modsecurity/modsecurity_custom_rules.conf

Add the following to this file:

SecRule REQUEST_FILENAME "form.php" "id:'400001',chain,deny,log,msg:'Spam detected'"
SecRule REQUEST_METHOD "POST" chain
SecRule REQUEST_BODY "@rx (?i:(pills|insurance|rolex))"

Save the file and reload Apache. Open http://yourwebsite.com/form.php in the browser and enter text containing any of these words: pills, insurance, rolex.

You’ll either see a 403 page and a log entry or only a log entry based on SecRuleEngine setting. The syntax for SecRule is

SecRule VARIABLES OPERATOR [ACTIONS]

Here we used the chain action to match variables REQUEST_FILENAME with form.php, REQUEST_METHOD with POST and REQUEST_BODY with the regular expression (@rx) string (pills|insurance|rolex). The ?i: does a case insensitive match. On a successful match of all these three rules, the ACTION is to deny and log with the msg “Spam detected.” The chain action simulates the logical AND to match all the three rules.

Excluding Hosts and Directories


Sometimes it makes sense to exclude a particular directory or a domain name if it is running an application like phpMyAdmin as modsecurity and will block SQL queries. It is also better to exclude admin backends of CMS applications like WordPress.

To disable modsecurity for a complete VirtualHost place the following

<IfModule security2_module>
    SecRuleEngine Off
</IfModule>

inside the <VirtualHost> section.

For a particular directory:

<Directory "/var/www/wp-admin">
    <IfModule security2_module>
        SecRuleEngine Off
    </IfModule>
</Directory>

If you don’t want to completely disable modsecurity, use the SecRuleRemoveById directive to remove a particular rule or rule chain by specifying its ID.

<LocationMatch "/wp-admin/update.php">
    <IfModule security2_module>
        SecRuleRemoveById 981173
    </IfModule>
</LocationMatch>

 

Fonte: https://www.digitalocean.com/community/tutorials/how-to-set-up-mod_security-with-apache-on-debian-ubuntu

 

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